enviado pela cláudia. quem dera que fosse assim tão fácil corrigir os erros e recomeçar...
Nós temos cinco sentidos: são dois pares e meio de asas. Como quereis o equilíbrio? (David Mourão-Ferreira)
Sunday, September 18, 2011
Friday, September 16, 2011
decisões
ela decidiu comprar uma casa à beira mar. não precisa de ser muito grande, nem muito bonita. só tem mesmo de ter janelas grandes e uma varanda. isso. uma varanda. onde ela possa recostar-se, numa cadeira de madeira, daquelas de baloiço, fechar os olhos e beber o mar...
homem do leme
Sozinho na noite
um barco ruma para onde vai.
Uma luz no escuro brilha a direito
ofusca as demais.
E mais que uma onda, mais que uma maré...
Tentaram prendê-lo impor-lhe uma fé...
Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,
vai quem já nada teme, vai o homem do leme...
E uma vontade de rir, nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...
No fundo do mar
jazem os outros, os que lá ficaram.
Em dias cinzentos
descanso eterno lá encontraram.
E mais que uma onda, mais que uma maré...
Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé...
Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,
vai quem já nada teme, vai o homem do leme...
E uma vontade de rir, nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...
No fundo horizonte
sopra o murmúrio para onde vai.
No fundo do tempo
foge o futuro, é tarde demais...
E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...
Friday, September 9, 2011
se cuidas de mim
(...)
há uma praia depois sombra
uma clareira para iluminar
há um abrigo no meio das ondas
tudo é caminho para iluminar
por isso vem...
há uma praia depois sombra
uma clareira para iluminar
há um abrigo no meio das ondas
tudo é caminho para iluminar
por isso vem...
arrepiante...
hoje descobri este vídeo, por acaso, enquanto me dedicava a mim própria.
dei-me tempo para me sentar e fazer uma das coisas de que gosto.
sentir.
dei-me tempo para me sentar e fazer uma das coisas de que gosto.
sentir.
morrer de amor

Gustave Klimt, O beijo
agora eu era linda outra vez
e tu existias e merecíamos
noite inteira um tão grande
amor
agora tu eras como o tempo
despido dos dias, por fim
vulnerável e nu, e eu
era por ti adentro eternamente
lentamente
como só lentamente
se deve morrer de amor
Valter Hugo Mãe, in O Resto Da Minha Alegria
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